Com base nas práticas de gestão corporativa, que definem a responsabilidade ambiental como uma das premissas do negócio, a Mercedes-Benz do Brasil utiliza fibras naturais, em substituição a materiais convencionais, na fabricação de peças de acabamento interno para os seus veículos.

É o caso da fibra de sisal, uma alternativa ao uso da fibra de vidro para o revestimento das cabines dos caminhões Mercedes-Benz. Além de vantagens técnicas e econômicas, o uso deste material contribui de maneira direta para a preservação do meio ambiente.

O sisal é extraído pela comunidade da APAEB - Associação dos Pequenos Agricultores do Município de Valente, no sertão da Bahia. A APAEB atua de forma determinante para o desenvolvimento sustentável da região, beneficiando quase 560 mil pessoas em 15 municípios, envolvidas em várias fases do processo, desde a plantação até a fabricação das peças para os
veículos. Além disso, o projeto mantém um programa educacional para filhos de trabalhadores e contribui para a erradicação da mão-de-obra infantil no processamento do sisal.



Outras matérias-primas naturais e renováveis, como algodão, juta e óleo de mamona, são foco da atenção da Mercedes-Benz. O uso destes materiais aumentou consideravelmente nos últimos 5 anos.

A fibra de coco, por exemplo, colhida por pequenos agricultores da Ilha de Marajó e processada em Ananindeua, no Pará, é largamente usada em encostos de cabeça, pára-sóis e assentos de bancos utilizados nos veículos Mercedes-Benz produzidos no Brasil.

Este material, além de ser vantajoso sob os aspectos técnicos, impacta positivamente na melhoria das condições de vida dos agricultores e na preservação ambiental. O uso da fibra de coco pela Mercedes-Benz gera resultados sociais significativos, beneficiando diretamente 3 mil pessoas envolvidas na produção e no seu processamento.