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Ao
chegar à sua 15ª edição, o Prêmio
Interação consolida-se como a mais relevante premiação
a fornecedores da indústria automobilística no País.
A razão disso está em seus fundamentos, que perduram
para além do contexto de como e por quê ele nasceu.
Há
quinze anos, a globalização
impunha novos desafios aos empresários brasileiros, pois
as importações haviam-se aberto recentemente e esvaíam-se
tradicionais medidas protecionistas.
Atenta
às conseqüências disso, a então Mercedes-Benz
do Brasil reuniu seus fornecedores de componentes para ônibus
na fábrica de Campinas, em agosto de 1991, e lá Bernd
Gottschalk, então presidente da empresa, fez o convite a
uma nova forma de cooperação visando oferta
de alta qualidade com preços competitivos. Isso era
questão de sobrevivência no mercado globalizado e todos
estavam no mesmo barco.
Manfred
Straub, então diretor de Compras, repetiu
o imperativo da competitividade internacional em preço e
qualidade e lançou as bases do Prêmio Interação:
Acreditamos na força inovadora dos fornecedores e esperamos
muitas
sugestões, sendo que as melhores serão publicadas
e premiadas (grifo nosso). Nasciam aí a publicação
(boletim Interação, lançado em
outubro de 1991) e o prêmio este, a face mais visível
da interação proposta para uma completa renovação
visando à competitividade no mercado globalizado.
Desafios
da interação
O desafio da renovação logo envolveu os demais fornecedores
da empresa, ainda mais que, em 1991, a Mercedes-Benz começara
a aplicar o global sourcing. A Mercedes-Benz propôs aos fornecedores
o que chamou de parceria tecnológica, estimulando-os a se
tornarem competitivos mundialmente, o que abriria muitas portas
no mercado externo aos mais eficientes.
Em 2 de dezembro de 1992, o primeiro Prêmio Interação
contemplou três categorias e seis empresas. Hoje, cinco categorias
são premiadas. O troféu já ganhou quatro versões,
pelas mãos de Maria Bonomi, Yutaka Toyota, Aroldo Sansão
Miguel e Adélio Sarro Sobrinho.
Palestrantes
que já se apresentaram nos eventos do Prêmio Interação:
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Casal
Moss
"Olhando o mundo de cima - uma vida no ar"
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Andre
Azevedo e Klever Kolberg
"Percebemos que no Rally Paris-Dakar não basta
o desempenho individual, que sem dúvida é muito
importante, mas para conquistarmos bons resultados, precisamos
ter uma equipe de verdadeiras feras nos bastidores, para nos
dar apoio e assistência. Precisa ser uma equipe comprometida,
envolvida, sincronizados na busca da vitória, na qual
podemos confiar."
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Luciano
Pires
" O Meu Everest: Seu significado maior é mostrar
a importância de todo indívíduo ter um
sonho, acreditar nele e se sentir motivado a realizá-lo.
Mais que uma palestra "O Meu Everest" foi uma lição
de vida."
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Família
Schürmann
"Navegar
é Preciso: Juntos Chegaremos em Nosso Porto Seguro"
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Washington
Olivetto
Há
10 anos à frente da agência WBrasil, é
um dos mais premiados publicitários brasileiros. Para
ele, "só existem 2 tipos de propaganga: a boa
e a ruim."
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Amyr
Klink
...eu
preciso confiar 100% no meu fornecedor, num veleiro não
tenho como chamar a assistência técnica, eu afundo...
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Bia
Lessa
...de
nada adianta instalar uma máquina de última
geração se os que a vão utilizar não
foram devidamente treinados para isso, o fator humano ainda
precisa ser preservado...
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Emerson
Fittipaldi
...com
o avanço da tecnologia hoje em dia é possível
desenvolver um motor ou veículo e coloca-lo em série
no prazo de 6 meses, como por exemplo um motor de
Fórmula 1...
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